sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Maldade...

Estou triste... Mas uma tristeza tão profunda que dói, me tira o ar, a fome, o sono.

Não... Não estou com o coração partido. Tirando a saudade louca, ele está muito bem, obrigada.

Minha tristeza é devido à maldade humana. É saber que o mal está por ao, vencendo uma batalha atrás da outra. É saber que não importa o bem que você faz, sempre tem alguém cruel que consegue te fuder e se dar bem.

Minha tristeza é por saber que existem pessoas tão ruins, que não se importam em destruir pessoas, empregos, amores. Elas simplesmente querem fazer mal.

Estou muito triste.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Ninho de cobras

E hoje tive mais um pesadelo.
Sonhei que viajava com minha família e íamos para um hotel. E meu quarto tinha o tema de halloween.
Assustador, apavorante, cheio de ornamentos de árvores mortas, morcegos de papel e vasos e cestos velhos.
Eu xingando muito, puta da vida com a decoração, odiando tudo, reclamo que quero mudar de quarto.
Nisso, meu cunhado sacana dá um chute num dos cestos velhos e gigantescos, e eis que caem milhares de cobras e serpentes de todas as cores e tamanhos.
Entro em pânico total, começo a gritar, olhando desesperada para a minha família, e ninguém se mexe, olham pra mim com cara de desaprovação como se eu estivesse exagerando por causa de algumas "cobrinhas".
Até que uma das cobras me pica, morde, mastiga na perna. Ela não era venenosa, mas a dor foi dilacerante.
Desço para reclamar na recepção, e as pessoas me tratam como um nada, como se aquela fosse a grande atração do hotel. E então eu olho ao redor e vejo as pessoas brincando com as cobras, e cobras gigantes por todos os lados.
Nisso uma "anaconda" sai em disparada em direção à três crianças que estavam brincando. Entro em desespero, grito, aviso, mas ninguém me dá bola.
Até que a cobra engole uma das crianças numa bocada só.
Forcei acordar porque não aguentava mais.
Estou tão cansada de viver no meio de cobras, vontade de deixar de existir.

domingo, 25 de janeiro de 2015

Manhunt

Hoje tive um pesadelo ao estilo do jogo super violento chamado Manhunt.
Apesar do sonho se passar na "vida real", estávamos participando de uma competição de grupos, onde o objetivo era hackear o computador dos grupos adversários. E eram todos formados por pessoas conhecidas, amigos, colegas de trabalho, colegas de faculdade.
Primeiro você tinha que achar o computador pra hackear, nisso você já matava meia dúzia de pessoas no caminho. Quando achava o PC, tinha o tempo pra invadir, dependendo da criptografia. E os membros da sua equipe ficavam de guarda, matando qualquer um que se aproximava.
Lembro que a última cena do sonho era eu sozinha tentando hackear o último PC, e, repito, SOZINHA, quando se aproxima o "chefão" do grupo: uma mulher que devia pesar uns 300 kgs. E eu tentando matar a mulher com uma marreta e ela não morria.
Acordei.
Cara, que sonho bizarroooooo. Acordei assustada com meu cérebro.
O.o

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Hurt...



Tem um tempinho que não escrevo. Muitas coisas acontecendo na minha vida... muitas mudanças, tudo novo, minha cabeça ainda não assimilou tudo que aconteceu desde 8 de junho.

Estou em uma vida nova, um lugar novo, uma casa nova, um emprego novo... tudo às pressas, tudo no desespero.

Ainda choro... choro todos os dias, de saudade da minha vida anterior, de raiva por tudo que aconteceu, de medo de não saber se vou dar conta de recomeçar, de retroceder.

Estou tendo que deixar de lado quem eu realmente sou para tentar recomeçar minha vida. Estou tendo que aturar coisas sabendo que são injustas.

De uma vida onde tinha minha casa, minhas coisas, meus amigos, minha liberdade, minha esposa, minhas gatas... para uma vida onde não tenho nada. Tudo que tenho não é verdadeiramente meu. Retrocedendo para a casa dos pais. Isso dói... muita coisa. Sinto-me fracassada, desprezada, jogada num lixo.

Tento viver um dia de cada vez, para não pensar, para não pirar. Mas se antes eu tinha problemas em pensar no futuro, hoje meu maior problema é lembrar do passado.

Por isso choro... choro todos os dias.

Hurt - by Nine Inch Nails

I hurt myself today
To see if I still feel
I focus on the pain

The only thing that's real

The needle tears a hole
The old familiar sting
Try to kill it all away
But I remember everything

What have I become?
My sweetest friend
Everyone I know
Goes away in the end



segunda-feira, 24 de junho de 2013

Amor verdadeiro existe?



Ah, o amor... sempre o amor... (trilha sonora romântica no fundo).

Todos sonham em encontrar o amor verdadeiro, sua alma gêmea, aquela pessoa que vai virar o seu mundo de cabeça pra baixo, que vai transformar suas manhãs, tardes e noites solitárias em um mar de rosas, que vai fazer você sentir borboletas no estômago e ouvir sinos tocando. Aquela pessoa que será para sempre sua e estará sempre ao seu lado.

Todos acreditam e desejam que o amor verdadeiro seja aquele repleto de amor, carinho, atenção, alegria, amizade, cumplicidade, companheirismo, sexo.

Todos imaginam que "the one" gostará das mesmas coisas, ouvirá as mesmas músicas, terá os mesmos amigos, gostará de viajar para os mesmos lugares, gostará de fazer os mesmo programas.

Mas ai... a questão. Isso existe?

O que é o amor verdadeiro? Por quanto tempo ele dura? Quantas vezes ele acontece na vida?

Quem está apaixonado dirá que SIM, ELE EXISTE E DURA PARA SEMPRE!!.
Quem está sozinho dirá que TALVEZ, NÃO SEI, NUNCA EXPERIMENTEI.
E quem sofreu uma ou várias desilusões amorosas dirá que NÃO, ELE NÃO EXISTE E NADA DURA PARA SEMPRE!!

Eu não sei se o amor verdadeiro existe da forma como gostaríamos que existisse. Não sei se isso tudo que pensamos seja um amor verdadeiro... talvez o amor verdadeiro só exista de pais para filhos, de filhos para pais. Sinceramente, não sei.

Talvez o amor verdadeiro exista, mas tem prazo de validade. Talvez os casais que vivem juntos por 25, 50, 80 anos não estão juntos por amor, mas por outros motivos: comodismo, hábito, religião, moral, prazer, amizade, necessidade

Mas nada dura para sempre, isso é fato. E nada é uma via de mão dupla. A intensidade que um ama, não é a mesma que o outro ama, nem nunca será. E quando um "amor verdadeiro" termina, sempre vem uma morte... não uma morte física (às vezes acontece), mas uma morte da alma, do coração, da mente... de um dos amantes.

O amor verdadeiro é utópico... talvez o amor seja utópico... nada passa de um monte de química e psicologismos passando pelo nosso corpo, pela nossa mente.

Triste, não é? Mas é a mais pura verdade.


quarta-feira, 12 de junho de 2013

O fim...

O fim acontece de formas diferentes... com a mesma pessoa.... e, obviamente, diferente para cada um serzinho vivo nesse mundo.

Você não sabe o que pensar, o que sentir... é uma confusão de sentimentos... tristeza, raiva, alívio, esperança, desesperança, desespero, angústia, sensação de morte, pânico... mas acho que o sentimento que talvez seja comum em todos é: medo. Medo da mudança.

Ai começam a vir aquelas perguntas: O que fazer agora? Pra onde vou? E minha rotina? E meus planos? Meus objetivos?

Depois aparecem outras perguntas: Como isso aconteceu? Lutei tanto por isso. Ela(e) não tem nenhuma consideração por tudo que fiz? Por que está fazendo isso comigo? Eu amei tanto, será que nunca me amou?

O fim... é sempre uma coisa avassaladora... parece que você vai morrer... parece que não vai passar nunca.

E por um momento muito longo, não passa. Espero que meu luto passe logo... senão o luto serão das outras pessoas por mim.

E sempre temos a esperança de que essa pessoa nunca vai esquecer que passamos pela sua vida... sinto lhe dizer camarada, mas vai... logo logo você será esquecido e não passará de um simples meme no Facebook: "Eu já gostei disso?"