Cena 1: garoto sai da sala de aula reclamando da professora. Mulher desconhecida escuta a reclamação, vira pro garoto e fala: "Por que você não mata sua professora à marretada? Sabia que ela guarda uma dentro da sala de aula?
Garoto olha assustadíssimo e sai correndo. Mulher dá um sorriso sinistro.
Cena 2: professora entra na sua van no estacionamento da escola com sua filha. Sua filha dirigindo. A escola fica numa região rural. Começam a andar com o carro e pegando velocidade quando de repente a professora sente um puxão em seu pescoço. Uma corda amarrada no seu pesçoco e numa árvore no estacionamento. A corda esticando e puxando mais seu pescoço... a filha tenta desesperadamente freiar... bobagem, mangueira do freio cortada, ele não funciona. O carro continua andando... a mulher é puxada para fora do carro... traspassa o vidro do carro. A filha consegue parar o carro... sai correndo desesperada para ver sua mãe... sua mãe está caida no asfalto, mas viva... tentando soltar a corda do pescoço. Sua filha fica aliviada. Sua mãe olha pra ela com o olhar mais pavoroso que existe. Quando a filha olha pra trás, a mulher estranha dá uma marretada em seu crânio, afundando-o... a mãe grita... a mulher dá mais 2 marretadas destruindo a cabeça de sua filha. Acordo.
Cenas de um pesadelo de domingo.
domingo, 3 de abril de 2011
quinta-feira, 31 de março de 2011
quarta-feira, 30 de março de 2011
Do u believe?
Algumas coisas eu acredito... outras não... outras eu apenas parei de pensar sobre.
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sábado, 26 de março de 2011
Breakfast? No, thanks.
Quero dormir... dormir por um bom tempo... dormir até os meus 50 anos... falta pouco... somente 24 anos para isso.
Não quero morrer... quero apenas dormir e não ver a vida passar... dormir e não ver nada, não ouvir nada, não falar nada, não pensar em nada, não sentir nada.
Apesar de que dormindo você corre o risco de ter pesadelos.
Mas acordada, tem momentos da vida que tudo parece um pesadelo, então não vejo diferença.
Quero dormir... quero ir embora... quero fugir do mundo, quero sumir.
Queria não existir.
Melodramático? Talvez.
Mas é o que sinto nesse exato segundo.
Uma noite ruim, um sonho tosco e um "café-da-manhã" indigesto... o suficiente para acabar com meu dia.
Não quero morrer... quero apenas dormir e não ver a vida passar... dormir e não ver nada, não ouvir nada, não falar nada, não pensar em nada, não sentir nada.
Apesar de que dormindo você corre o risco de ter pesadelos.
Mas acordada, tem momentos da vida que tudo parece um pesadelo, então não vejo diferença.
Quero dormir... quero ir embora... quero fugir do mundo, quero sumir.
Queria não existir.
Melodramático? Talvez.
Mas é o que sinto nesse exato segundo.
Uma noite ruim, um sonho tosco e um "café-da-manhã" indigesto... o suficiente para acabar com meu dia.
segunda-feira, 21 de março de 2011
My body is a cage
Me sentindo muito sozinha...
"I'm living in an age
Whose name I don't know
Though the fear keeps me moving
Still my heart beats so slow
Whose name I don't know
Though the fear keeps me moving
Still my heart beats so slow
(...)
I'm living in an age
Still turning in the night
But when I get to the doorway
There's no one in sight"
Still turning in the night
But when I get to the doorway
There's no one in sight"
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Doubt...
Eu tenho uma dúvida...
E dessa vez vou escrever na 1ª pessoa.
Toda vez que eu espero uma reação de uma pessoa, eu estou baseando essa reação na minha própria experiência, ou seja, minha própria reação? Ou eu simplesmente (e apenas isso) espero realmente uma determinada reação dessa pessoa porque é o que eu gostaria que ela fizesse?
Hoje houve uma situação... uma reação... e uma pontada no coração de tristeza.
E dessa vez vou escrever na 1ª pessoa.
Toda vez que eu espero uma reação de uma pessoa, eu estou baseando essa reação na minha própria experiência, ou seja, minha própria reação? Ou eu simplesmente (e apenas isso) espero realmente uma determinada reação dessa pessoa porque é o que eu gostaria que ela fizesse?
Hoje houve uma situação... uma reação... e uma pontada no coração de tristeza.
sábado, 5 de fevereiro de 2011
A Lua e o Alienista...
Vou contar duas histórias, mas no final as duas se conectam.
Era uma vez uma garota que se interessava pelo comportamento humano... e principalmente pelo seu próprio.
Resolveu estudar Psicologia para entender mais a fundo... a si mesma.
Depois de 5 anos descobriu que quanto mais se estuda a mente e o comportamento humano, mais mistérios são desenterrados, mais perguntas sem respostas aparecem... e mais confusos parecem seus próprios sentimentos.
Hoje, parece que todos pensam de forma estranha... parece que todos enxergam o mundo diferente dela... mas na verdade é ela que enxerga coisas que ninguém mais vê e enxerga tudo de forma diferente dos demais... ou então é ela que em sua mente insana cria delírios que obviamente ninguém mais irá enxergar, entender.
..................
Era uma vez um médico que decide estudar a loucura... quanto mais ele estuda a loucura, mais percebe que todos a sua volta são loucos... seus parentes, sua esposa, todas as pessoas da sua cidade.
E um a um, ele coloca em seu hospício chamado de A Casa Verde...
Cada um da cidade tinha uma loucura diferente... tudo ele via como loucura...
Quando ele percebeu que praticamente todos da cidade estavam internados... ele se deu conta do pensamento clássico: a loucura é normal.
Ele percebeu que o louco era ele, por não ser louco... que o resto do mundo era normal... pois a loucura era o que havia de mais comum.
Então ele libertou todos e se internou para sempre.
..................
Então... longe de mim pensar que eu sou "normal" e o resto do mundo é "louco"...
Na verdade essa obra de Machado de Assis pode ser vista como a forma natural de todos nós pensarmos...
Não temos como estar literalmente na pele de outra pessoa... não podemos viver os pensamentos e sentimentos de ninguém... podemos apenas supô-los na nossa pele... o que já põe por terra qualquer tentativa pura de empatia...
E por mais que tentamos ser empáticos, sempre sentimos o que vem daqui de dentro (apontanto agora pra minha cabeça) como a verdade, razão, o certo.
Já tentaram convencer alguém delirando que as vozes gritando em sua mente não são reais?
Já tentaram convencer alguém que acha estar sendo traído que ele(a) é inseguro(a) e nada está acontecendo?
Como Psicóloga, o que meu cliente diz, eu encaro como verdade... pois é a verdade dele.
Como pessoa ouvinte, nem sempre consigo fazer isso.
Como pessoa "falante", sempre tento mostrar que existe um motivo para eu pensar, sentir alguma coisa... mas também nem sempre tenho sucesso nisso.
A Lua...
Era uma vez uma garota que se interessava pelo comportamento humano... e principalmente pelo seu próprio.
Resolveu estudar Psicologia para entender mais a fundo... a si mesma.
Depois de 5 anos descobriu que quanto mais se estuda a mente e o comportamento humano, mais mistérios são desenterrados, mais perguntas sem respostas aparecem... e mais confusos parecem seus próprios sentimentos.
Hoje, parece que todos pensam de forma estranha... parece que todos enxergam o mundo diferente dela... mas na verdade é ela que enxerga coisas que ninguém mais vê e enxerga tudo de forma diferente dos demais... ou então é ela que em sua mente insana cria delírios que obviamente ninguém mais irá enxergar, entender.
..................
O Alienista...
Era uma vez um médico que decide estudar a loucura... quanto mais ele estuda a loucura, mais percebe que todos a sua volta são loucos... seus parentes, sua esposa, todas as pessoas da sua cidade.
E um a um, ele coloca em seu hospício chamado de A Casa Verde...
Cada um da cidade tinha uma loucura diferente... tudo ele via como loucura...
Quando ele percebeu que praticamente todos da cidade estavam internados... ele se deu conta do pensamento clássico: a loucura é normal.
Ele percebeu que o louco era ele, por não ser louco... que o resto do mundo era normal... pois a loucura era o que havia de mais comum.
Então ele libertou todos e se internou para sempre.
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Então... longe de mim pensar que eu sou "normal" e o resto do mundo é "louco"...
Na verdade essa obra de Machado de Assis pode ser vista como a forma natural de todos nós pensarmos...
Não temos como estar literalmente na pele de outra pessoa... não podemos viver os pensamentos e sentimentos de ninguém... podemos apenas supô-los na nossa pele... o que já põe por terra qualquer tentativa pura de empatia...
E por mais que tentamos ser empáticos, sempre sentimos o que vem daqui de dentro (apontanto agora pra minha cabeça) como a verdade, razão, o certo.
Já tentaram convencer alguém delirando que as vozes gritando em sua mente não são reais?
Já tentaram convencer alguém que acha estar sendo traído que ele(a) é inseguro(a) e nada está acontecendo?
Como Psicóloga, o que meu cliente diz, eu encaro como verdade... pois é a verdade dele.
Como pessoa ouvinte, nem sempre consigo fazer isso.
Como pessoa "falante", sempre tento mostrar que existe um motivo para eu pensar, sentir alguma coisa... mas também nem sempre tenho sucesso nisso.
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